7 Dicas Para Pagar Menos Imposto De Renda Em Ações

Todo investidor bem sucedido sabe como é pagar o imposto de renda em ações.

Para quem não está acostumado, o processo pode ser confuso e gerar insegurança de estar fazendo algo “errado”, que pode ser pego pela Receita Federal e gerar problemas futuros.

Muitos investidores me procuram com dúvidas e vejo que a maioria acaba pagando MAIS impostos do que realmente deveria. Principalmente devido a falta de conhecimento sobre o assunto.

Por conta disso, resolvi escrever este artigo ensinando como pagar menos imposto de renda sobre seus ganhos com ações na bolsa de valores.

Em primeiro lugar, saiba que todo o que ensino aqui é 100% legal e de acordo com as regras estabelecidas pela Receita Federal. Mas que muitos investidores ignoram estas regras.

Se você está buscando uma fórmula mágica para não pagar ou sonegar impostos, não será aqui que você vai encontrar.

Agora, se você busca uma forma eficiente de otimizar seus investimentos reduzindo ao mínimo o valor que recolhe de IR em ações, enquanto fica 100% dentro da lei, você está no lugar certo!

Vamos lá:

 

 

1# Descontar prejuízos acumulados

Você deve pagar imposto de renda somente sobre o lucro líquido dos seus investimentos em ações. Ou seja, somente a quantia de dinheiro que você realmente somou em seu patrimônio é que deve se tributada.

Portanto quando acontece de uma operação resultar e prejuízo, é muito importante considera-la, pois este prejuízo vai deduzir o valor tributável das operações que resultara e lucro.

A lógica é simples, vejamos um exemplo:

Um investidor realizou 2 operações daytrade com ações no mesmo mês, obtendo os seguintes resultados:

  • Operação A: R$ 100 de prejuízo
  • Operação B: $ 200 de lucro
 

Qual o lucro tributável deste investidor?

Resposta: R$ 100

Parece óbvio olhando assim, não é mesmo?

No entanto muitos investidores acabam apurando o imposto de renda em ações sobre os R$ 200, esquecendo dos prejuízos e pagando o dobro de IR que deveria.

Dou mais detalhes sobre compensação de prejuízos na versão completa do Guia do Imposto de Renda na Bolsa.

 

 

2# Descontar custos operacionais

Outra forma de pagar menos imposto de renda na bolsa é descontando de seu lucro os custos operacionais de cada operação.

Os custos operacionais são todas as despesas necessárias envolvidas na execução da operação e sempre discriminadas em sua nota de corretagem:

  • Taxas CBLC: liquidação e registro
  • Taxas Bovespa / Soma: termo/opções, A.N.A. e Emolumentos
  • Taxas Corretora: corretagem e ISS
 
A forma indicada de incluir estes custos em seus cálculos é usando o Preço Médio das ações em sua carteira, assim sempre que fizer alguma operação de compra ou venda, o lucro resultante será sempre o líquido, já considerando os custos operacionais.
Obter o preço médio não é complicado, mas envolve alguns passos que são explicados em mais detalhes na versão completa do Guia do Imposto de Renda na Bolsa.

Veja um exemplo de como estes custos vêm discriminados em uma nota de corretagem:

pagar imposto de renda em ações

 

3# Lembrar do limite de isenção de IR em ações

Muita gente esquece que o governo oferece isenção de imposto de renda  em ações e portanto um grande incentivo para este tipo de investimento.

No entanto é importante saber que:

  1. A isenção requer alguns critérios para ser aplicada e válida
  2. O lucro isento deve ser declarado assim como qualquer outro
 
Primeiramente a isenção somente é válida para o lucro em operações normais com ações, ou seja operações em que a compra e venda aconteceram em datas diferentes (daytrade não tem isenção). 
Outro ponto importante é que a isenção só se aplica ao investidor que vendeu um valor total de até R$ 20.000 em ações no mês (do primeiro ao último dia útil).
 

Investidor A: esqueceu-se da isenção e vendeu R$ 20.100, realizando um lucro de R$ 2.000.
Investidor B: vendeu R$ 19.990, realizando um lucro de R$ 2.000
Qual o lucro líquido de cada investidor?

  • O investidor B será tributado normalmente, com a alíquota de 15%, devendo pagar um imposto  de renda em ações de R$ 300.
  • O investidor A, apesar de obter o mesmo lucro, está dentro do limite de isenção e não deve pagar nada de imposto: R$ 0.
Vale a pena lembrar desta isenção não é mesmo?
 

 

4# Recolher o IR mensalmente

Todo investidor que tiver lucros tributáveis em renda variável deve fazer o pagamento até o útil dia útil do mês subsequente.

Ou seja, lucros realizados em abril deverão ter seu imposto de renda recolhido até o fim de maio.

No entanto, muitos investidores se confunde e esquece de fazer o pagamento no período correto, as vezes até deixando para pagar tudo no ano seguinte.

O resultado disso são multas e juros que vão incidir em cima do valor devido, sendo a multa diária de 0,33%, até o limite de 20% sobre o valor devido, acrescidos de juro mensal, seguindo à taxa Selic.

Caso o pagamento tenha passado da data, é necessário apurar os valores com as multas e juros diretamente no Silcalcweb, o sistema da receita Federal que gera as DARFs para pagamento.

 

5# Manter bom controle de suas operações

Para poder seguir as recomendações acima, é fundamental manter um bom controle de suas operações.

Para isso é necessário utilizar alguma planilha, ou sistema de controle de portfólio, que ajudará você a apurar seu lucro mais facilmente.

Independente do sistema ou planilha que você utilize, é importante que este considere:

  • Separação entre operações normais e daytrade
  • Preço médio de cada ação em sua carteira
  • Limite mensal de R$ 20.000 em vendas para isenção

 

6# Estar atento as datas de liquidação

Algo que deve sempre ser ressaltado é a diferença entre Data de Execução e Data de Liquidação de uma operação.

Data de Execução: é quando a ordem foi executada. Em geral é no mesmo dia em que foi enviada, salvo tenha sido agendada ou ficado em aberta.

Data de Liquidação: são dois dias úteis após a data de execução. Quando os recursos são creditados na conta do investidor.

E o mês em que deve incidir o imposto de renda sobre uma determinada operação é baseado na data de liquidação desta. Ou seja, uma operação realizada em 31/mar somente será liquidada em 2/abr, e portanto o imposto devido desta operação já entra nos cálculos de abril.

 

7# Levar prejuízos de um ano para o outro

E por fim, algo que apesar de ser um simples detalhe é ignorado por muitos investidores é declarar os prejuízos acumulados no ano anterior para que possam ser utilizados no ano seguinte.

Lembrando que estes prejuízos (caso existam) devem estar separados em:

  • Prejuízo Operações Normais
  • Prejuízos Operações Daytrade

Esta informação deve ser declarada na declaração anual do IRPF, na aba Renda Variável.

Confira a versão completa do Guia do Imposto de Renda na Bolsa para ter acesso ao tutorial completo de como preencher sua declaração de imposto de renda na bolsa.

 

Conclusão

Estar atento ao valor devido no imposto de renda em ações é tão importante quanto qualquer outro estudo de investimento.

Muitas vezes investidores dedicam-se exclusivamente a aprender novas técnicas de lucrar e ignoram o aspecto tributário, que e bem feito pode resultar em grandes economias financeiras e considerável aumento do lucro líquido.

Portanto, não devemos esquecer que investir em conhecimento é sempre algo com retorno garantido.

Se quiser fazer um excelente investimento, compre a versão completa do Guia do Imposto de Renda na Bolsa. 

E comece hoje mesmo a ganhar mais dinheiro economizando no imposto de renda!

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